WHAT'S NEW?
Loading...

NerdópoleCast 061: Espíritos - Se pode me tocar pode apanhar

Assine Nosso Feed:Podcast sobre o filme EspíritosPodcast sobre o filme Espíritos



Boa Madrugada Nerdópole, hoje trazemos o Podcast sobre o filme Espíritos, uma produção tailandesa que junto com Ringu (O Chamado) e Ju-On (O Grito) experimentaram uma nova forma de fazer terror.


Para baixar o Podcast sobre o filme Espíritos, clique em Download com o botão direito do Mouse, "Salvar como", e escolha o local onde quer baixar"


Host:


Marcos "O gênio do Mal"


Participantes:


Eduardo Cosso


Claudio " O Dragão Dourado"


Macgaren


Site dos Participantes:


OmegaCast


Media do Filme : 4,25 ou 4.3... alguma coisa entre 4 e 5 segunda a Engenharia Moderna


Sinopse:


Thun (Ananda Everingham), um jovem fotógrafo, e sua namorada Jane (Natthaweeranuch Thongmee) atropelam acidentalmente uma pedestre. Eles fogem da cena do crime e retornam às suas vidas normais, em Bangkok. A partir de então Jane passa a ser atormentada por estranhos pesadelos, enquanto que Thun nota que em suas fotos aparecem estranhas figuras, parecidas com fantasmas. O casal decide investigar o fenômeno e encontra outras fotografias com imagens sobrenaturais. Paralelamente os melhores amigos de Thun começam a morrer, um a um, de forma misteriosa.



Campanha Especial: Clique na Imagem e saiba mais!!!





No Nerdópole você é o Patrão sem Gastar um Tostão!





Formas de Contato:


E-mail: contato@nerdopole.com.br


Siga nosso Chat no Vaiber


Nerdópole no Google+


Twiitter: @nerdópole


Facebook: /Nerdópole


Assine Nosso Feed : Nerdópole/feed


Podcast sobre o filme Espíritos no Itunes

Ame ou Deixe-o : 5 Razões para ver e 5 para não ver Magic Mike

Antes da Estreia de Magic Mike 2, Antes de Chaninha Tatui (veja o filme "É o Fim" para entender a piada) virar Gambit, vamos apresentar cinco motivos pelos quais você deve e não deve ver o filme Magic Mike, tentamos deixar de lado o Óbvio e como Dallas  ( Matthew McConaughey) diz no Filme: - Sem Piadinha de gay o negocio aqui é Dinheiro. Então confira agora:



Critica ao Filme Magic Mike


Critica ao Filme Magic Mike




Sinopse pelo Adoro cinema





Mike (Channing Tatum) é um experiente stripper, que está ensinando a um jovem a arte de seduzir as mulheres em um palco, de forma a conseguir delas o máximo possível de benefícios. Ao mesmo tempo que em passa seus conhecimentos para Adam (Alex Pettyfer), começa a se interessar pela a irmã dele, Brooke (Cody Horn). Com o tempo, Adam vai se mostrando cada vez mais confiante e deixa o dinheiro fácil subir na cabeça. Começa a lidar com drogas e a ignorar as pessoas próximas, mas ainda assim contará com a apoio de Mike e Brooke. Dirigido por Steven Soderbergh (Traffic), o longa conta ainda com Matthew McConaughey, Joe Manganiello e Olivia Munn no elenco.


Ame:


Qualquer filme com Matthew McConaughey merece ser conferido, o cara realmente é um ótimo Ator.


Se Prepare para conhecer os Malefícios de uma vida Relativamente "fácil" noitadas em claro, bebidas, Drogas e como tudo isso pode mudar sua vida negativamente.


Se você homem esta dizendo " Eu não quero ver um monte de homens seminus Dançado" Lembre-se, você passou sua Adolescência vendo Sylvester Stallone, Jean Claude Van Damme e outras em cenas muito mais reveladores dos que as contidas em Magic Mike.


O filme é basicamente um Drama, mas como ficaria maçante demais a escolha por suaves momentos de humor deixaram o filme mais leve.


Você vai se identificar de alguma forma com Mike que esta em um Emprego que não gosta para conseguir um futuro Melhor.


Bônus: Conheça os trabalhos de Channing Tatum antes dele ser Tornar Gambit na Franquia X-man.


Critica ao Filme Magic Mike



Deixe-o:


Para um Drama com esta Ideia o roteiro é muito Raso.


A Maior parte do filme se resume a Homens Dançando, como em qualquer filme que envolva Dança isso pode ser cansativo.


O Filme segue em linha reta ele começa, vem o meio e acaba sem nem um auge, mesmo as cenas que envolvem violência são minimizadas e passam logo.


Para um Filme que envolve Dança a trilha Sonora não é Marcante.


Apesar de ser um bom filme ele é voltado para o publico feminino e isso pode desagradar alguns homens e acredite algumas mulheres também.



Trailer de Magic Mike:


[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nReCwZtngt8]

Score 001: Review do Jogo South Park: The Stick of Truth

Score é um Post criado e Alimentado por Valério Gamer que visa apresentar os mais diversos jogos, antigos e novos, de todas as plataformas da forma mais simples e mais objetiva possível, dando notas aos quesitos avaliados durante as seções de jogos e hoje:



Review do Jogo South Park: The Stick of Truth


Review do Jogo South Park: The Stick of Truth



Trailer do Jogo:


[youtube https://www.youtube.com/watch?v=H-zs0ezaXng]

Podcast Post 038: Entrevista com o Podcast PanzerCast

Hoje é com muito orgulho que trazemos os mais novos amigos do Nerdópole, o Grupo do Panzercast vamos descobrir como trabalham, como se organizam, qual o foco principal do projeto tudo isso e muito mais agora em:



Entrevista com o Podcast PanzerCast:


Nerdópole - Nos diga, como tiveram a idéia de começar a fazer o Panzercast e como que os membros do podcast se conheceram e foram selecionados para o projeto?



Panzercast - O podcast nasceu quando o Felipe Parra e o Alexander “Chileno” Vasquez saíram de um primeiro projeto de podcast, onde não estava indo muito bem. O Tadeu “Barba” Rodrigues já era um amigo em comum (acabou participando do último episódio não lançado do podcast que não deu certo…) e ele morava em uma república na época, junto com o Alex “PV” Marques e sempre era frequentada pela dupla de “ex-podcasters” para assistir filmes “lado b” (qualquer vertente exploitation, asian gore, filmes franceses…) beber e fazer cerveja e falar sobre temas que normalmente não conversávamos em outras rodas de amigos, e tanto o Chileno quanto o Felipe estavam ouvindo muito podcast, e dessas conversas, bebedeiras e sessões de cinema nasceu o PANZERCAST, pois vimos que tínhamos uma boa afinidade, e que dessa vez o projeto iria pra frente. E outro marco importante foi poder conhecer pessoalmente a galera do Podtrash no Anime Friends 2013, onde não só viramos amigos, como fomos incentivados a tocar o projeto a frente e que sempre quando pudessem iriam nos dar uma força. E deu no que deu….



NP - Existe uma variação da duração de cada podcats, muitos duram quase uns trinta minutos de programa, existe alguma preocupação com ser mais breve?



PC - Acabou se tornando um consenso entre o grupo, pois existem alguns podcasts com uma duração muito longa (chegando a beirar as 3 horas!!!). E vimos que o que queríamos dizer não precisaria de muito tempo, e que com episódios de no máximo 40 minutos daríamos o nosso recado. E acredito que estamos atingindo nosso objetivo.


Podcast PanzerCast


NP - Como vocês escolhem o tema a ser discutido? Existe algum assunto que os membros do Panzercast mesmo gostando dele, acabam não gravando sobre?



PC - Escolhemos o tema que tenha alguma conexão com a nossa proposta, ou seja, em primeiro lugar nada que tenha a ver com o mundo pop atual, nada de novidade. Não que sejamos contra, mas já existe muita gente falando sobre os últimos lançamentos de filmes, games, quadrinhos…. Gostamos de coisas atuais sim, (eu Chileno sou o “nerdão ranzinza” do trio…). Mas procuramos falar sobre coisas que poucos se importam, mas que tenham a sua relevância. Pode ser sobre um filme europeu com uma pegada política, um fato histórico ou até sobre HQ, mas sobre um contexto diferente, uma abordagem nova. E com isso, nunca chegamos a gravar algo onde algum dos integrantes não estava de acordo, pois mesmo sendo 3 pessoas com personalidades e ideias distintas, temos muito em comum.

NP - Para que o podcast seja conhecido, quais os métodos usados para que o público dessa mídia conheça o Panzercast?



PC - O Facebook é uma das ferramentas onde mais divulgamos o Panzercast, pois a maioria dos nossos ouvintes se encontra nessa rede social. Outra forma é o Twitter e e-mails, pois existem pessoas que não tem profile em rede social (por incrível que pareça, hehehehe…..)



NP - Sei que vocês tocam em alguns festivais de rock, quem convive com vocês conhecem esse lado, como eles lidam com isso, ou eles também gostam dos assuntos que vocês discutem?



PC - O Felipe e o Barba são integrantes de bandas de Death Metal (Hippie Hunter) e Black Metal (Primordial Idol), já eu também sou fã do estilo, e por 15 anos era redator de uma revista de metal chamada Valhalla Metal Magazine (cheguei a ser correspondente internacional quando morei na Alemanha, durante 4 anos) e também gosto muito de ouvir o lado mais extremo do metal. A maioria dos nossos amigos dessa cena sabem do podcast, alguns não conhecem a mídia, mas por causa da amizade, acaba nos ouvindo e até descobrindo outros podcasts, e alguns acabam se tornando fãs e até participam em alguns episódios, então os “metaleiros” que nos conhecem gostam e apoiam o Panzercast.


 

Podcast PanzerCast


NP - Como surgiu a idéia do Regra de 3? Conte como funciona e qual o seu propósito, para quem não conhece.



PC - Surgiu de uma forma bem inusitada. Um dos nossos amigos, o Cauê, propôs o desafio de gravarmos um cast onde um tema aleatório seria proposto, e ele veio com a ideia das 3 palavras sem nexo nenhum, e disso nasceu o Regra de 3 (episódio 17 foi o primeiro). E com funciona: o ouvinte nos envia 3 palavras aleatórias, e dessas palavras, tentamos achar algo em comum entre elas, é bem divertido. Disso, queremos abrir um canal diferente com os nossos ouvintes, onde de uma forma simples, eles possam participar de um episódio do Panzercast.

NP - Sobre os feedbacks, vocês optaram por fazer leitura de e-mail e comentários fora do podcast normal, qual é a vantagem de se fazer um programa somente sobre eles? Como vocês escolhem a hora de o gravar?



PC - No início era feito no final de cada episódio, mas com o passar do tempo, vimos que não era uma boa ideia, pois ficávamos presos a ler os comentários, e isso iria aumentar a duração de cada episódio, sem contar que as vezes acabava fugindo um pouco do tema em si. Disso nasceu o Pombo Correio, mas como só gravar um episódio com leitura de e-mails e comentários seria muito chato, decidimos criar a “Cesta Básica” que nada mais é dicas de séries, filmes livros, documentários, hq’s e música, que para nós, tem uma certa importância. Nisso vimos que podemos dar uma atenção maior ao comentário recebido e poder gravar de uma forma mais descontraída, fugindo um pouco da nossa rotina.



NP - Uma coisa comum aos Podcasts é seus membros serem chamados para gravar uns com os outros, existe algum critério para vocês participarem da gravação de outro podcast?



PC - Não necessariamente, mas sempre somos chamados por termos alguma afinidade com outros podcasts, por exemplo, quando participamos do Podtrash, foi por causa do Felipe, que já era um ouvinte do programa, e quando conhecemos o pessoal no Anime Friends, o convite já havia sido feito, e assim o Felipe participou de alguns episódios, e o trio também chegou a gravar um episódio intitulado chorume sobre halloween (episódio 217 do Podtrash).O Barba chegou a participar de outros 2 podcasts da cidade de Sorocaba, o JuSvarn e o Interligados. E no Nerdópole o Felipe e eu também participamos. Sempre que existe um convite vem dessa forma: a afinidade no assunto e com o podcast em que fomos convidados.



NP - O tema do podcast pode influenciar na escolha das músicas na hora de trilhar o podcast ou não tem significado para a sua escolha?



PC - Nem sempre, mas já aconteceu de o tema influenciar na escolha da trilha. O Barba quando edita, sempre se preocupa em colocar uma música onde faz referência a pauta. O Felipe gosta de inovar quando edita, e sempre vem com uma ideia diferente, e o eu que comecei a editar recentemente o podcast, também procuro aos poucos colocar algo com uma certa relação. É isso que mostra que o podcast brasileiro se diferencia dos internacionais, onde a trilha faz parte do podcast, e não é só na ideia de vírgula sonora, e sim parte integrante de cada episódio.


Podcast PanzerCast


NP - Só uma coisinha, o que significa Panzercast? Sempre foi esse nome o escolhido ou tinha outros? Se tiver, tem como nos revelar quais seriam as outras opções, não querendo abusar, já abusando?



PC - O nome se originou de uma brincadeira entre os integrantes, onde a expressão “Panzer Evil” era usada para denominar algo muito nojentão, agressivo ou extremo em relação a música por exemplo, ou alguma atitude que algum de nós tomávamos. E como essa expressão fazia parte do nosso vocabulário diário, nada mais óbvio que usá-la para nomear o podcast. E de onde essa expressão apareceu? Ela vem de um título de um CD da banda Marduk (Panzer Division Marduk) e quando essa banda veio tocar em Sorocaba, um amigo nosso, o Maurinho, sempre que encontrava algum integrante da banda dizia “Panzer”, “Panzer”, Panzer”, pois estava muito bêbado, e só conseguia pronunciar essa palavra. E o significado da palavra “panzer” vem do alemão que significa tanque de guerra. Bem singelo, não?



NP - Alguma consideração final?



PC - Muitíssimo obrigado pela oportunidade dessa entrevista, e convidamos a todos os ouvintes do Nerdópole a dar uma passadinha no pzcast.blogspot.com.br e na fanpage no Facebook para nos ouvir e quem sabe participar de um Regra de 3, ou de um Pombo Correio?


 

NerdópoleCast: 060 kikaider reboot

Podcast Kikaider Reboot zipadoPodcast Kikaider Reboot em 32kFeed do Nerdópole Podcast


Bom Dia Nerdópole, hoje trazemos o Podcast Kikaider Reboot, falamos deste filme que pertence a nova era dos Tokusatsus Amadurecidos, que cresceram junto com seus telespectadores.


Para baixar o Podcast Kikaider Reboot, clique em Download com o botão direito do Mouse, "Salvar como", e escolha o local onde quer baixar"


Host:


Marcos "O gênio do Mal"


Participantes:


Eduardo Cosso


Felipe Parra


Alexandre Vasques O Chileno


Site dos Participantes:


ParnzerCast


Media do Filme : 3,6


Sinopse:


Dr. Nobuhiko Kohmyoji era o chefe do projeto de engenharia robot "ARK Project" de usar robôs de forma pacífica para resolver problemas fora do controle humano. No entanto, Dr. Kohmyoji morreu em um acidente e um ano depois o projeto foi liderado por seus rivais, que começaram a usar o projeto para seu próprio benefício pessoal. Para salvar o projeto original, Jiro, o Kikaider android, aparece para salvar os filhos de seu criador Mitsuko e Masaru que têm a chave para completar o projeto.


Campanha Especial: Clique na Imagem e saiba mais!!!





No Nerdópole você é o Patrão sem Gastar um Tostão!





Formas de Contato:


E-mail: contato@nerdopole.com.br


Siga nosso Chat no Vaiber


Nerdópole no Google+


Twiitter: @nerdópole


Facebook: /Nerdópole


Assine Nosso Feed : Nerdópole/feed


Podcast sobre Jurassic Word no Itunes

Ame ou Deixe-o : A Espiã que Sabia de Menos

Bom dia Nerdópole, Hoje Separamos cinco motivos para ver e cinco motivos para não ver o filme: A Espiã que Sabia de Menos confira agora se vale ou não apena ver este filme nesta:



Critica ao filme A Espiã que Sabia de Menos


Sinopse:


Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma despretensiosa analista de base da CIA, e heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro (Jude Law) sai da jogada, e outro agente (Jason Statham) fica comprometido, Susan se voluntaria para se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global.


Critica ao filme A Espiã que Sabia de Menos



Ame-o:


Temos Jason Statham muito engraçado como Rick Ford um espião brucutu exagerado.


Melissa McCarthy (Susan Cooper) é uma excelente atriz, quando no filme ela tem que se disfarçar consegue fazer muito bem um personagem interpretando outro personagem.


Susan Cooper realmente é uma Boa Espião porem Insegura, o que quebra o conceito da maioria destes filmes onde o personagem principal e pessimo como espião mas tem muita segurança e consegue tudo na sorte.


Os Coadjuvantes são igualmente Hilários com destaque para Nancy ( Miranda Hart) e Luca (Bobby Cannavale)


É um Bom filme de Ação.


Critica ao filme A Espiã que Sabia de Menos



Deixe-o:


Talvez você não goste de Gordinhos sofrendo Bullying


Para um filme de comédia/espionagem ele é contido demais, foram criados alguns Gadgets, feitos para serem engraçados mas eles não funcionam bem nem como gadgets nem como piada.


O roteiro Usa muito Rick Ford ( Jason Statham ) sem ele o filme poderia ter se resolvido bem mais rápido, É um personagem que aparece estraga tudo e some.


O filme tem um segredo muito mal guardado e quando o plot twist acontece acaba que não faz diferença alguma.


O final e confuso, existe uma mudança de vilões um pouco jogada demais.


Bônus:


O Titulo em português é uma porcaria, porque Spy (Espião) virou "A Espiã que Sabia de Menos" nem referencia com "um espião que sabia demais" (Gary Oldman,) faz sentido.


Trailer:


[youtube https://www.youtube.com/watch?v=XR-zEekXFtw]

Discorda de alguma coisa? então comenta..

Mad Max e Star Wars: A Fusão

O Canal do YouTube Krishna Shenoi fez algo que não deveria fazer sentido, mas acabou sendo incrível: ele misturou os mundos de Mad Max: Estrada da Fúria e Star Wars, criando um trailer de um filme que eu acho que Nunca poderia funcionar, mas que me deixou pensativo sobre se seria ou não realmente bom.
U
sando clips e personagens, veículos e armas de vários filmes de Star Wars sobre o trailer de Mad Max criando um mundo surpreendentemente crível que melhora muitas vezes o filme Mad Max.


e se você prestar mais atenção, vai notar que os habitantes são similares, os personagens podem pertencer a qualquer dos mundos, em fim assista agora e tire suas conclusões:



Mad Max e Star Wars: A Fusão:


Mad Max e Star Wars: A Fusão


[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Tj1P1eEZRtY]

Podcast Post 037: Entrevista com Maestro Billy, Podcast, ABPOP e o ECAD

Olá meus amigos, hoje o Podcast Post traz uma pessoa muito especial para quem faz Podcast e mesmo que você não conheça seu trabalho, se já ouviu Radio, assistiu TV aos Sábados ou mesmo ouviu Podcast, já teve contato com ele: Billy Umbella mais conhecido como Maestro Billy:



Entrevista com Maestro Billy


Nerdópole:  Qual sua relação com o Rádio e a TV e qual sua relação com o início do podcasts no Brasil?


Maestro Billy: Sou formado em Publicidade e Propaganda, mas sempre trabalhei em Radio e TV. Meu primeiro estágio foi como atendente de telefone na Band FM, isso nos idos dos anos 1990… hahahaha.Depois fui pulando de uma rádio para outra: Band FM, Metropolitana, Rádio Cidade, Transamerica e Jovem Pan. Nestas duas últimas fiz alguns projetos que estão no ar até hoje. Na primeira, fizemos a primeira transmissão de jogos de futebol por uma radio FM no Brasil, durante a Copa de 1994.


Na segunda fui um dos fundadores do Pânico, criamos as 7 melhores (que na época se chamava Arrastão), o Ritmo da Noite (que hoje em dia são os programas de DJ fixados) e outras coisas mais.


Fiz parte da produção da segunda temporada dos programas do Djalma Jorge e criamos um padrão estético para a rádio que até hoje é referencia no FM brasileiro.


O inicio do podcast foi para mim uma forma de ter minha própria “radio”. Como sempre fui produtor, chegou, com o podcast, o momento de tomar conta de todos os processos. Vinhetas, locução, curadoria musical e tudo mais que uma rádio precisa para estar no ar. E em programas curtos, sem a necessidade de se ter uma radio 24hs no ar.


NP: Você se vê fazendo um desses Podcasts mais populares, de cultura Nerd, cinema e TV?


MB: Acredito que sim. O formato permite que façamos qualquer tipo de programa para qualquer tipo de assunto. Então posso fazer um comentando sobre lançamentos de álbuns, sobre cervejas, ou outro assunto qualquer. O que é extremamente importante no caso do podcast é a periodicidade. Se começou mensal, faça mensal. E assim por diante.Entrevista com Maestro Billy


NP: Nos fale sobre seus podcasts como por exemplo o ADD, quais as diferenças e quais as semelhanças para os podcasts mais comuns?


MB: O ADD era minha “radio particular”, e também uma forma de saber o que o publico de internet gosta e tem interesse em ouvir. O que é muito diferente do que o publico do radio consome e gosta. Nos meus programas, toda vez que tocava alguma musica mais mainstream, vinham reclamações. Coisa que em FMs pop isso não acontece.


Outros podcasts de música também faziam e fazem assim. Acho que a grande diferença é justamente a curadoria. Cada um tem a sua. A minha é focada em pop, rock, novidades, sucessos e tudo mais que envolva a cultura pop. Alguns especiais estão até hoje no ar justamente sobre trilha sonora de filmes, músicas de bandas conhecidas separadas por países e outros mais.


NP: Você ouve muitos podcasts? E quais os seus favoritos?


MB: Ouço sim! Gosto, obviamente, do Nerdcast. Ouço também o Anticast, todos os do Radiofobia, e alguns gringos como o Bullseye e o Song Exploder.


Entrevista com Maestro Billy


Ouça agora: RADIOFOBIA 55 – com Maestro Billy


NP: Maestro, sobre ABPOP e o ECAD: Como nasceu a ABPOP? Ela é ligada a algum órgão governamental?


MB: A ABPOD nasceu de uma necessidade dos podcasters em terem uma representação perante os órgãos oficiais que regulam a internet, musica e distribuição de conteúdo. Na época tínhamos já vários podcasters interessados nisso, então criamos.


NP: Alguns criadores de Podcast desconhecem a ABPOP porque isso acontece?


MB: Porque atualmente o “movimento está parado”. Não consigo administrar da forma que deveria, com mais interação, mais divulgação e mais ações para o formato e o publico.


NP: Quais os benefícios que um podcast tem sendo um membro? O fato de não ser, muda alguma coisa para esse podcast?


MB: Na época do acordo entre a ABPOD e o ECAD, só os podcasts registrados lá tinham o beneficio de se pagar somente 1 UDA (Unidade de Direito Autoral) para o ECAD e ter a possibilidade de usar musicas de terceiros em seus podcasts. Hoje em dia, isso já está em todo lugar. Ajudamos a mudar a cabeça do ECAD nesse quesito, e eles, muito por nossa culpa, acabaram abrindo a cabeça e percebendo a necessidade de regulação dos formatos musicais na internet.


Hoje em dia não muda absolutamente nada ser ou não associado à ABPOD.


NP: Existe alguma obrigatoriedade para um podcast ser membro da associação?


MB: Não


Entrevista com Maestro Billy


NP: Qual a Maior Realização da ABPOP desdê sua criação?


MB: Justamente a criação do acordo com o ECAD. Isso abriu um precedente legal (no termo da Lei e do interesse) para que todo mundo pudesse regularizar o uso de musica na internet brasileira. Até aquele momento isso não existia. Agora temos um embasamento jurídico e real, onde marcas, pessoas e todo mundo que queira usar musica em suas produções para a internet pode fazê-lo sem nenhuma ilegalidade.


NP: O que mudou no podcast desde 2006 até os dias atuais?


MB: Muita coisa. O formato se adaptou, o publico aumentou, o interesse das pessoas também. Se em 2004/2005 as pessoas achavam que podcast era algo que só poderia ser ouvido em iPods (sim, isso acontecia), hoje em dia ele é parte do cotidiano de muita gente, não só quem trabalha com internet. Mas vejo muita gente de outras áreas consumindo podcasts normalmente.


NP: O ECAD as vezes assombra os Podcasts, existe mesmo algum perigo real de cobrança das obras utilizadas em Podcasts?


MB: No caso do ECAD, caso vc tenha feito o acordo de 1UDA, não tem problema. Existem algumas restrições lá como não ser um site/blog comercial, não ser registrado em nome de empresa, e não ter nenhuma ação de MKtT dentro dos podcasts. Se algum desses quesitos acima existir, o podcast tem que pagar outros valores. Mas eles são transparentes quanto a isso.


NP: Você acredita que o ECAD pode um dia conseguir monitorar e fiscalizar todos os podcast para fazer a cobrança de Direitos Autorais das músicas utilizadas?


MB: Não. Eles não conseguem monitorar todas as rádios do Brasil, por exemplo. E só conseguem monitorar as emissoras de TV porque legalmente existe a necessidade de um departamento especifico dentro das emissoras para cuidar deste assunto. E mesmo assim, muitas emissoras de TV não pagam e não fazem acordo com o ECAD. Vão para a Justiça resolver os problemas. Se 7 emissoras abertas já criam essa confusão para eles, imagine as rádios todas do Brasil (mais de 1500), as emissoras piratas (incontáveis), as rádios Web (incontáveis) e depois os podcasts…


NP: Você sabe em que outros países se produz a mídia podcast? E quais as principais diferenças?


MB: Em todo pais existe podcast. Alguns mais desenvolvidos, outros menos. Muito vem da oralidade do povo, e das facilidades tecnológicas que eles encontram. Os EUA tem podcasts excelentes. A Inglaterra também. E cada um com sua particularidade. Enquanto os EUA tem podcasts independentes, a Inglaterra tem muito podcast feito pelas próprias emissoras de radio. A Alemanha também, muito podcast “oficial” da Deutsche Welle, por exemplo.


Entrevista com Maestro Billy


Conheça o BBC Radio


NP: Eu notei que os podcasts norte-americanos, embora eu não fale inglês, possuem pouca ou nenhuma edição, porque aqui no Brasil existe esta necessidade da edição?


MB: Você pode não perceber, mas podcast americano tem muita edição sim. É que ela é bem feita. A mesma coisa aqui. Muita edição, muito corte, mas a nossa oralidade faz com que parecemos mais “editados” do que os americanos. Eles são mais monocórdicos do que a gente. Fora que nós temos a mania de falar um em cima do outro. hahahaha. Isso sempre atrapalha, e na hora da edição fica evidente.


NP: A maioria dos criadores de podcast dizem que estão fazendo algo somente por gostar de falar de um assunto e não buscam nem um compromisso mais sério, alguns até mesmo deixam de produzir da noite para o dia sem aviso prévio nem um aos ouvintes, como você avalia esta situação


MB: Acho errado. Comprometimento é tudo. Sua audiência espera isso. O problema é quando sua realidade de ouvintes e interação não chega perto da expectativa que você tinha anteriormente. Por isso que muitos desistem. Também por ser algo que no inicio não dá dinheiro, é muito fácil o podcaster largar o produto para fazer algo mais rentável.


NP: Nós vemos que alguns podcasts mais famosos estão aparecendo em outras mídias como o rádio e a televisão, mas eu penso que está ainda em uma barreira gigante. Você acha que com o tempo a distância entre os podcasts, entre as outras mídias será igual à que existe entre a televisão e o rádio, por exemplo?


MB: Não. Acho que hoje em dia existe uma convergência total entre o digital e as outras mídias. Gente de internet fazendo programa de radio e TV é algo normal. Gente de podcast fazendo vídeo pro YouTube também. O que vejo atualmente é a TV e o rádio aos poucos descendo do patamar e buscando justamente na internet suas referencias e seus apresentadores. O Cid do Não Salvo é um exemplo, a Marina Santa Helena, o pessoal do Porta dos Fundos, e assim por diante. Óbvio que a imagem ainda conta, então o podcaster ainda está em segundo plano nessa busca. Mas aos poucos vai.


NP: O podcast pode ser feito por qualquer um em qualquer lugar, você acha que isso e mais beneficia ou mais prejudica a mídia?


MB: Só beneficia. O que tem que ter é qualidade. Não importa se vc gravou na rua, no estúdio ou em qualquer lugar. Fora que a pertinência do assunto reflete muito isso. É muito mais legal vc ouvir um podcast sobre alimentação feito dentro de uma cozinha do que dentro de um estúdio.


Entrevista com Maestro Billy


NP: Sentimos que a mídia vem enfraquecendo ao longo dos anos, este é um falso sentimento ou realmente a mídia de certa forma perdeu seu encanto?


MB: Falso sentimento. Podcast já é parte da vida das pessoas. Perdeu um pouco o ineditismo do lançamento, mas quando as pessoas entenderam o funcionamento virou algo banal. Muita gente MESMO ouve podcast, até sem saber que tá ouvindo podcast.


Apertar o play num áudio produzido dentro de um site é um exemplo. Não é rádio, não é musica, não é nada. É podcast, em tese.


NP:  Grandes sites aos poucos vêm introduzindo o podcast ao seu conteúdo como o senhor ver este crescimento?


MB: Acho excelente. Quanto mais gente fizer e quanto mais os grandes sites se interessarem, mais gente vai ouvir, mais gente vai criar e mais a mídia vai expandir.


NP:  Alguns programas de rádio, grandes e pequenos adotaram gravar seus programas ao vivo e depois lançar o áudio no site das rádios em MP3 como podcast, podemos realmente o chamar por esse nome, se trabalharmos desta forma?


MB: Sim, o que importa é a entrega. Falava isso lá em 2005 para o pessoal do Pânico. Para eles gravarem as interações do ar e disponibilizarem depois em formato podcast. Mas só agora, ano retrasado, eles começaram a fazer isso.


NP:   O que o senhor prever para o futuro do podcast e da ABPOD?


MB: A ABPOD precisa de alguém para cuidar com carinho. Coisa que atualmente não consigo. Procuro interessados…O podcast é uma ferramenta incrível, uma mídia excelente, e só vai aumentar, tanto em quantidade de produto quanto em ouvintes.


NP: Hoje recebemos Maestro Billy, presidente da ABPOP, DJ e podcaster. Muito obrigado Maestro pelo seu tempo, esperamos que volte mais ao nosso site.

NerdópoleCast 059: American Horror Story

Podcast American Horror Story zipadoPodcast American Horror Story em 32kFeed do Nerdópole Podcast


Boa madrugada Nerdópole, hoje trazemos o Podcast American Horror Story, uma serie que não é a melhor que já foi criada no gênero terror e horror, mas que tem seus pontos altos, se não, não estaria indo para seu quinto ano não é mesmo?


Para baixar o Podcast American Horror Story, clique em Download com o botão direito do Mouse, "Salvar como", e escolha o local onde quer baixar"


Participantes:


Marcos "O gênio do Mal" e Eduardo Cosso


Media do Filme : Achamos que é 3,08


Sinopse da titia Wiki


1ª Temporada: Murder House (2011)


A primeira temporada, intitulada American Horror Story: Murder House, tem como assunto principal a infidelidade.13 Explorando temas como o amor, a família, e o perdão. A história ocorre em 2011, seguindo a família Harmon do psiquiatra Ben (Dylan McDermott), sua esposa Vivien (Connie Britton), e sua filha adolescente Violet (Taissa Farmiga) que se mudam de Boston para Los Angeles depois de que a Vivien tem um aborto, e o Ben tem um caso extraconjugal. Os Harmons se mudam para uma mansão restaurada e logo se encontram com os ex-residentes da casa, os Langdons: Constance Langdon (Jessica Lange), e seus dois filhos, Tate (Evan Peters), e Addie (Jamie Brewer), e o desfigurado Larry Harvey (Denis O'Hare). Ben e Vivien tentam reacender seu relacionamento, como Violet, sofrendo de depressão, encontra conforto com Tate. Os Langdons e Larry frequentemente influenciam a vida dos Harmons, como a família descobre que a casa é assombrada pelos fantasmas de seus antigos habitantes.14



2ª Temporada: Asylum (2012–2013)


A segunda temporada, intitulada como American Horror Story: Asylum, tem como tema a sanidade.15 A história se passa em 1964 e acompanha os pacientes, médicos e freiras que ocupam a Instituição Mental Briarcliff, fundada para tratar e abrigar os criminosos insanos. Os administradores que dirigem a instituição incluem a severa Irmã Jude (Jessica Lange), a segundo em comando Irmã Mary Eunice (Lily Rabe) e o fundador da, o Dom Timothy Howard (Joseph Fiennes). Os médicos encarregados de tratar os pacientes no manicômio incluem o psiquiatra Dr. Oliver Thredson (Zachary Quinto) e o sádico cientista Dr. Arthur Arden (James Cromwell). Os pacientes, muitos dos quais afirmam ser injustamente institucionalizados, incluem a jornalista lésbica Lana Winters (Sarah Paulson), o acusado de assassino em série Kit Walker (Evan Peters), e a suposta assassina Grace (Lizzie Brocheré). Há também elementos espirituais e científicos que manipulam os habitantes do Briarcliff, incluindo possessão demoníaca e extraterrestres.16



3ª Temporada: Coven (2013–2014)


A terceira temporada, intitulada American Horror Story: Coven, tem como assunto principal a opressão, especificamente das minorias. Mais de 300 anos se passaram desde os dias dos julgamentos de Salem, e o remanescente que conseguiu escapar está à beira da extinção e correndo perigo. Misteriosos ataques contra as bruxas estão aumentando e jovens garotas seguem para uma escola especial aberta em Nova Orleans, com o objetivo de aprender novas formas de proteção. Uma das novas alunas é a recém-chegada Zoe (Taissa Farmiga) que guarda um terrível segredo. Alarmada pelas recentes agressões, Fiona (Jessica Lange), a grande líder que estava afastada há um longo tempo, retorna para a cidade determinada a proteger o grupo das bruxas.A temporada possui elementos espirituais e relacionados com feitiçaria, incluindo caça às bruxas,feiticeiras, quinomos e vodu. Outros atores presentes no elenco são Evan Peters (como Kyle), Emma Roberts (como Madison), Kathy Bates (como Madame LaLurie), Sarah Paulson (como Cordelia Foxx), Angela Bassett (como Marie Laveau), Frances Conroy (como Myrtle Snow) e Lily Rabe (como Misty Day).



Campanha Especial: Clique na Imagem e saiba mais!!!





No Nerdópole você é o Patrão sem Gastar um Tostão!





Formas de Contato:


E-mail: contato@nerdopole.com.br


Siga nosso Chat no Vaiber


Nerdópole no Google+


Twiitter: @nerdópole


Facebook: /Nerdópole


Assine Nosso Feed : Nerdópole/feed


Podcast sobre Jurassic Word no Itunes

Podcast Post 036: Entrevista com o Podcast TemaCast

Bem vindos Amigos, hoje Falaremos sobre um Programa Jovem, mas com uma qualidade e compromisso que muitos dos novos e dos mais antigos não consegue ter, recebemos Francisco Seixas e Igor Alcântara para uma:



Entrevista com o Podcast TemaCast


Nerdópole - Podcasts voltados para o cultural, falando sobre fatos interessantes de nossa história são muito importantes, como vocês veem outros podcasts que falam de temas tão interessantes como o que vocês falam?


TemaCast - Antes de responder a pergunta em si acredito que seja interessante fundamentar o que será dito. A mídia podcast tem a mesma característica da mídia musical, ou seja, você pode levar o conteúdo para onde for e consumir do jeito que quiser. Esta característica faz com que o ouvinte de podcast consiga obter uma aderência maior com o conteúdo. Então a resposta seria: Nós vemos como uma forma eficaz de levar conhecimento para as pessoas sem que com isso haja por parte delas aquela sensação de tédio e obrigatoriedade que normalmente uma aula sempre acarreta para um aluno. Não é à toa que a maioria de nossos ouvintes use a expressão “minha escola falhou comigo! ”


NP – O público brasileiro gosta de muitas firulas na edição de um podcast, o de você é bem mais limpo, é feito assim para que os ouvintes prestem mais atenção no que é falado ou foi apenas uma decisão tomada sem pensar nesse aspecto?



TC – No começo já havia ficado claro quem seria a principal estrela: o conteúdo.
No Temacast nós sempre nos preocupamos em colocar a quantidade de informação maior possível sobre o assunto abordado, por isso optamos por uma edição com boa qualidade de áudio, porém sem muitos efeitos sonoros para que haja uma imersão do ouvinte no que realmente pretendemos levar a ele.




Podcast TemaCast


NP – Infelizmente muitos pensam que podcast se resumem aqueles voltados para a cultura nerd, geek ou algo do tipo. Qual é a relevância da existência de mais podcasts nacionais que informam os ouvintes com informações mais acadêmicas?


TC – Acreditamos que haja público para todo tipo de conteúdo. No caso dos podcasts com cultura nerd, talvez haja tantos pelo fato de que esta tenha sido a proposta que melhor deu resultado de audiência desde o início e até hoje. Mas, nota-se que uma parcela bem considerável de ouvintes tem procurado conteúdos mais informativos, não para substituir pelos de cultura nerd, mas para somar. Os ouvintes estão descobrindo o prazer de ouvir conteúdos mais sérios tanto quanto outros de outra natureza.


NP – Como é feita a pesquisa de cada programa? Existe alguma fonte específica na qual vocês sempre usam como bibliografia?
TC – Quem faz podcast sabe o quanto se tem trabalho para montar uma pauta. Nossas fontes são o conhecimento particular dos participantes, livros, documentários e pesquisa na internet. Mas, o grande desafio é sempre juntar tanta informação em uma pauta cronologicamente correta e de forma que o máximo de informações sobre o tema escolhido sejam representadas no espaço do episódio que tem uma média de 1 hora e meia.


Podcast TemaCast


NP – As músicas utilizadas como trilha são definidas como? Existe alguma especificação para a escolhas delas pelo tema discutido no podcast da vez?
TC – As músicas sempre são escolhidas de modo que representem a época do tema abordado ou que tenha uma característica intrínseca ao assunto. Por exemplo, no episódio sobre o Barão de Mauá utilizamos uma trilha contendo apenas Chorinho que foi um ritmo musical que apareceu no século XIX, época em que a história do personagem aconteceu. No episódio sobre Inveja e Solidão procuramos músicas que falassem sobre este tema. No episódio sobre Lampião a trilha é sobre músicas nordestinas que falam sobre o assunto, já no da Revolução de 30 as músicas são relativas aos estados brasileiros envolvidos na trama: RS, SP, MG, PB.


NP – A categoria Comportamento nos chamou mais atenção, como são definidos o cast desta categoria?
TC – Muitos episódios de comportamento são sugestões dadas por nossos ouvintes através de e-mail, no nosso grupo do Facebook TemaCast Saiba Mais ou simplesmente é definido em reunião entre nós. Os episódios que tratam sobre comportamento sempre são muito mais complicados de se fazer porque todas as pessoas tendem a se auto avaliarem de acordo com o assunto que está sendo tratado. Isso sempre nos remete a um estado de maior responsabilidade, já que estaremos falando de algo que pode ser uma característica do ouvinte. Então quando falamos sobre inveja, por exemplo, que é um sentimento visto como vergonhoso, nós sabemos que corremos o risco de ofender a quem esteja nos ouvindo. Com isto nos casts de comportamento sempre procuramos ter um convidado da área de psicologia para que o que for dito não seja visto como fruto de opinião desinformada.


NP – As músicas realmente marcam as décadas, são bem interessantes os podcasts abordando esse tema, nos diga, como é decidido quais bandas merecem serem abordadas e se já tem projetado outras bandas a serem abordadas?
TC – Nós sempre decidimos qual banda ou artística musical vai ser abordado considerando a representatividade que os mesmos tenham junto ao público em geral e também a importância que teve na história da música como um todo. Não daria para de deixar de lado Raul Seixas ou os Beatles! Temos muitas outras bandas já agendadas para episódios futuros como The Doors, por exemplo.



Podcast TemaCast


NP – como vocês veem o feedback para os seus programas? Pelos temas abordados pelo podcast, são bem interessantes, é uma audiência mais qualificada, como é receber tanta mensagem interessante?
TC – Pois é! Pelo tipo de assunto que o Temacast aborda consideramos que temos um bom retorno por parte dos ouvintes e, como se pode ler lá nos comentários do site, são sempre muito incentivadores e elogiosos. Para nós é extremamente empolgante saber que o que fazemos seja tão bem recebido em mais de 60 países pelo mundo afora e é o que nos incentiva a continuarmos com nosso trabalho.


NP – Vocês conseguem transmitir muito bem as informações que são ditas durante o programa, vocês são professores? Como surgiu a ideia de fazer o Temacast, ficaram impressionados pelo boca a boca positivo ou já imaginavam que poderia ser assim?
TC – Não somos professores por formação. Tanto eu como o Igor Alcântara somos profissionais da área de TI, mas apaixonados pelos temas que abordamos. O Igor também é escritor (Visite o Blog Igoralcantara) Claro que sempre que é possível trazemos convidados especializados no assunto tratado para enriquecer o conteúdo.
A ideia de fazer um podcast surgiu exatamente da necessidade que eu (Francisco) particularmente sentia como ouvinte. Em agosto de 2014 iniciei o Temacast e dois meses depois entrou o Igor para a equipe. Não imaginávamos que seria tão bem aceito como foi e está sendo, em tão pouco tempo, mas fizemos e fazemos tudo que podemos para que nossa periodicidade seja cumprida e que a qualidade da nossa proposta seja a melhor possível.


NP – Qual é o principal objetivo do Temacast? E o quanto vocês estão perto de alcança-lo.
TC – Como pode ser visto no nosso site dizemos que: “Após muito tempo curtindo episódios e mais episódios de inúmeros podcasts pela internet afora, resolvi criar o meu próprio podcast, o Temacast. Esta decisão se baseou na premissa de que um podcast deve levar informação nova ao ouvinte ou aprimorar o conhecimento que alguém possua, portanto tentaremos criar programas que possam cumprir este objetivo. ” Portanto, o primeiro objetivo está cumprido, mas temos outros mais, como melhorar a qualidade do podcast, produzir mais episódios por mês do que atualmente. Mas, como todo podcast, pensamos em crescer e um indicativo que temos de que estamos indo no rumo certo foi termos sido escolhidos pela Ride Fm que retransmite nossos episódios todas as segundas feiras as 15h.


NP – Para finalizar o que pode ajudar ao manter o Podcast vivo por um longo tempo.
TC – Acredito que para um podcast sobreviver ele deve ter os objetivos bem definidos, uma equipe coesa e afinada quanto a esses objetivos, periodicidade e interação com os ouvintes. Colabora também procurar sempre uma melhora com relação ao que já se faz para que haja uma dinâmica constante.
NP – Considerações Finais:
Fica aqui o nosso agradecimento pelo privilégio de ter participado respondendo estas perguntas. Embora o Temacast tenha apenas onze meses de existência nos sentimos muito gratos pela consideração que temos de nossos ouvintes e de sites que fazem o trabalho que vocês estão fazendo. Torcemos para que a mídia cresça e possamos estar nela por muito tempo.
Francisco Seixas e Igor Alcântara.

Cripta M : Critica ao filme American Mary

Cripta M, São posts voltado a indicação de filmes de terror e horror, para você que gosta de sentir medo, Alimentado por Monik Freitas  nesta primeira Indicação trazemos:



Critica ao filme American Mary


Critica ao filme American Mary


titulo Original American Mary
2012, Canadá
Elenco: Katharine Isabelle, Antonio Cupo, Tristan Risk, David Lovgren, Paula Lindberg, Clay St. Thomas, John Emmet Tracy, Twan Holliday
Trilha sonora: Peter Allen
Diretor: Sylvia Soska e Jen Soska


Originalidade do Tema 10
Trilha Sonora 7
Desenvolvimento dos personagens 10
Desenvolvimento do filme 10
Herói 10
Vilão 8
Coadjuvantes 10
Cenas de terror 10
Desfecho final 10
O quanto fiquei impressionado (a) 10


Critica ao filme American Mary


A história mostra a estudante de medicina, Mary, que passa por dificuldades financeira e decidi tentar um ´´bico´´ de stripper. Durante a entrevista de Mary, o cafetão da boate tem uma emergência com um dos seus capangas, e acaba oferecendo a ela US$ 5.000 para que ela fizesse todos os procedimentos e salvasse a vida do rapaz. Depois disso, várias propostas de procedimentos cirúrgicos ilegais apareceram, body modification, mudança de sexo, etc. E Mary se vê na dúvida de entrar ou não para esse mundo que lhe estava rendendo uma boa grana.
Eu esperava outra coisa do filme, e me surpreendi positivamente, pois não lembro de ter assistido esse tema em algum filme (posso estar enganada), ou se assisti não foi bom quanto American Mary. Você acompanha o desenrolar da estudante de medicina que estava afundada em dívidas, se transformando numa cirurgiã de renome no meio underground. Cenas fortes embaladas por uma trilha sonora fraca.
Mulher gostosa, sangue, body modification, sangue e tattoo, curte tudo isso? Assista American Mary!



Visite também Menina dos contos (mas só se você tiver mais de 18 anos) Blog da Monik

NerdópoleCast 058: Kingsman

Podcast sobre Kingsman zipadoPodcast sobre Kingsman em 32kFeed do Nerdópole Podcast


Bom Dia Nerdópole, hoje trazemos um Podcast sobre Kingsman o melhor filme de ação lançado em 2015, exagerado, grandioso e surpreendente, saiba mais ouvindo o Podcast.


Para baixar o Podcast sobre Kingsman, clique em Download com o botão direito do Mouse, "Salvar como", e escolha o local onde quer baixar"


Host:


Marcos "O gênio do Mal"


Participantes:


Eduardo Cosso


Renan Miura


Magcaren


Media do Filme : 4,9


Sinopse


Eggsy (Taron Egerton) é um jovem com problemas de disciplina que parece perto de se tornar um criminoso. Determinado dia, ele entra em contato com Harry (Colin Firth), que lhe apresenta à agência de espionagem Kingsman. O jovem se une a um time de recrutas em busca de uma vaga na agência. Ao mesmo tempo, Harry tenta impedir a ascensão do vilão Valentine (Samuel L. Jackson). Adaptação da série de quadrinhos criada por Mark Millar e Dave Gibbons.



Campanha Especial: Clique na Imagem e saiba mais!!!





No Nerdópole você é o Patrão sem Gastar um Tostão!





Formas de Contato:


E-mail: contato@nerdopole.com.br


Siga nosso Chat no Vaiber


Nerdópole no Google+


Twiitter: @nerdópole


Facebook: /Nerdópole


Assine Nosso Feed : Nerdópole/feed


Podcast sobre Jurassic Word no Itunes

Podcast Post 035: Perfil Podcast Café com Velocidade

Hoje o Podcast Post Entrevistou um dos Podcasts mais antigos e mais bacanas em atividade, diga-se de passagem um tema não considerado Nerd, o que só aumentada meu prazer por esta fazendo este trabalho com eles, recebemos hoje o todo Poderoso e Inalcançável Café com Velocidade agora em:



Perfil Podcast Café com Velocidade


Nerdópole - Quando surgiu a ideia de se fazer um podcast abordando esportes de velocidade?


Equipe Café: Por coincidência eu e a Bárbara Franzin, que tempos depois veio a se tornar a minha parceira no programa, criamos um blog sobre automobilismo no mesmo dia:​ 25 de ​setembro de 2006​! Os blogs estavam virando moda na internet na época e teve uma explosão. Vários ficaram pelo caminho e alguns permanecem vivos até hoje. Entre estes blogs tinha o da Aline Rodrigues e ela sempre este​ve ​à frente ao tempo e já gravava podcasts! Eu achei um barato e decidi que queria fazer o mesmo. Pensei em fazer com alguém e pensei na Bárbara, que havia sido muito educada quando entrei em contato com ela sugerindo trocas de links, algo normal naquela época.


Nerdópole-   O primeiro Podcast é de 31 de outubro de  2007 e vocês comentam sobre o café com formula 1 e o Velocidade, nos falem um pouco sobre estes blogs.


Equipe Café: Como respondido um pouco acima, era uma época em que os blogs estouraram na internet. Há alguns anos eram o Fotologs (algo como o Instagram de hoje). Então os blogs nasceram da necessidade de falar de automobilismo, de também dar opinião e talvez, encontrar alguns leitores para isto.​ - Bárbara: O Café com Fórmula 1 era o blog do Thiago e o Velocidade o meu. Até por isso o nome do podcast virou Café com Velocidade. Depois de um tempo gravando juntos resolvemos unir forças no blog também e hoje seguimos juntos no www.velocidade.org


perfil cafe 1


Nerdópole-   Quanto tempo se leva em pesquisas para as pautas de cada edição? Você assistem todas as corridas, ou cada um assiste o que lhe for delegado?


Equipe Café: Este tempo variou muito durante o passar dos anos! Como estamos quase comemorando aniversário de oito anos, hoje anda tudo muito tranquilo. Houve uma época em que além das categorias que falávamos regularmente, passávamos sobre os resultados de várias outras. Então,​o roteiro era uma loucura, pois tínhamos que entrar nos sites de cada uma delas, pegar resultado e tudo mais. Hoje isto não acontece mais e pra falar a verdade, ​à​s vezes nem falamos mais os resultados, pois não é o foco. Não precisa a gente vir numa segunda-feira falar no podcast que o Lewis Hamilton, por exemplo, venceu a corrida, pois pré -julgamos que quem nos ouve sabe como foi a corrida. Procuramos levantar mais discussões filosóficas! Por que disto? Por que daquilo? O que poderia ser melhor? Imaginem esta situação? Queremos levar os nossos ouvintes a pensar e filosofar sobre as corridas. Resultados ele entra em qualquer site e pega.


Nerdópole-      Existe algum esporte que vocês gostariam de abordar, mas não tem como acessar facilmente material para se falar sobre ele?


Equipe Café: Não - como só falamos de Esporte a Motor, temos acesso muito fácil à​s principais categorias que precisamos falar!


Nerdópole-      Vocês competem em alguma modalidade? O que os leva a gostar tanto deste tema?


Equipe Café: Não - nenhum dos três! Fomos seduzidos como telespectadores mesmo! Já andamos eventualmente de kart como brincadeira, nada profissional.


perfil cafe 2


Nerdópole -   Nas entrevistas, qual é o critério na escolha dos entrevistados? Já teve alguém que vocês gostariam de entrevistar, mas não conseguiram?


Equipe Café: O critério é trazer alguém que vai somar! Um jornalista que já fez coberturas, um piloto conhecido ou um novato pra falar das experiências, tudo que soma, nos interessa. - Bárbara: Temos o sonho de entrevistar alguns pilotos que correm na Fórmula 1 ou brasileiros que se destacaram em categorias internacionais. Sabemos que esse contato é mais difícil, mas não deixamos​ de tentar.​


Nerdópole -  Vejo que a duração dos Podcasts variam de uma hora a até mais ou menos quatro horas. Como manter a atenção de quem os ouve?


Equipe Café: Este é o tema que mais gerou brigas até hoje entre nós - o tempo! Hoje chegamos a um ponto comum e os programas duram três horas! E a coisa mais difícil é separar bem este tempo entre tudo o que precisamos falar. Pra segurar a atenção, tentamos sempre abordar temas além do que se vê na pista. Mas é claro, uma pessoa que só gosta de F1, dificilmente fica para o resto do programa depois que paramos de falar da categoria.


Nerdópole  -  Nesse tipo de esporte, que o incentivo é quase nulo no Brasil, como vocês veem o fato das pessoas irem competir em outros países, na opinião de vocês, tem algo que possa ser feito para mudar isso?


Equipe Café: É um assunto muito complicado este! A culpa maior acho que é dos fãs brasileiros, em sua grade maioria, que só gostam de um esporte se tem brasileiro vencendo. E obviamente, quem tem dinheiro e quer investir, procura colocar dinheiro onde está a maior audiência, para divulgar melhor a marca dele. Como é um esporte caro, sem patrocínio é difícil ir longe. Não sei se o governo deveria ajudar, pois existem tantas outras prioridades mais urgentes na frente. Por outro lado, vemos números astronômicos sendo desviados em corrupções que dá a impressão que num Brasil utópico, sem corrupção, o dinheiro daria para cuidar das prioridades (educação x saúde x segurança) e ainda investir no esporte, lazer e cultura. Mas vejo como muita admiração os pilotos que mesmo neste cenário, conseguem ir e brilhar lá fora.


Nerdópole -  Como vocês conseguem manter esse podcast por vários anos, nos diga, o que os incentivam a continuar no projeto?


Equipe Café: Paixão pelo que faz! Não é fácil mesmo, já ultrapassamos 360 edições, praticamente, vamos de Fevereiro a Novembro, toda santa segunda-feira, das 21:30 as 00:30. É um ritmo puxado, mas gostamos! Tanto que criamos o Cafeteria (programa sobre outras categorias) e o Café com Velocidade Entrevista, que acabam sendo gravados em outro dia da semana.


Nerdópole - De onde vem os recursos para a manutenção e investimento para que o projeto não se encerre?


Equipe Café: Até pouco tempo atrás, de nós mesmo. Mas acontece que estouramos a capacidade do nosso servidor, pela quantidade de arquivos e tivemos que procurar um espaço maior, que geraria um gasto maior. Tivemos a ideia de criar um crownfound no Patreon (www.patreon.com/cafecomvelocidade), que é uma espécie de vaquinha online e os nossos ouvintes, para nossa grata surpresa, abraçaram a causa e hoje muito colaboram, com 1, 2 ou 5 dólares mensais e nos ajudam a manter o programa.


Nerdópole -   Nestes quase 10 anos de programas já houve algum Hiato?


Equipe Café: Não - sempre fomos muito cuidadosos com isto! Já aconteceu de um programa ser gravado só com uma pessoa, mas poucas vezes falhou. De dezembro​ a janeiro paramos, pois praticamente não tem corridas, mas a ideia é deixar especiais gravados neste ano para serem vinculados​ nesse período​


Nerdópole - A Equipe foi sempre a mesma? como vocês conseguem ser tão unidos.


Equipe Café: Não! Até o programa 100 era só eu, Thiago Raposo, e a Bárbara Franzin. No 100 entrou o Thiago Rosa. Por volta do 190 entrou o Fábio Campos. Tempos depois o Thiago Rosa precisou deixar o programa​ e hoje somos nós três, Raposo, Bárbara e Campos.


perfil cafe 3


Nerdópole - Vocês consideram que o Podcast já alcançou todos os Objetivos


Equipe Café: Não - temos objetivos altos! Apesar de um bom número de ouvintes, queremos mais e mais e mais. Seria ótimo também se um dia fôssemos vinculados a um grande portal ou uma rádio e por que não, um​a​ TV? Os objetivos são audaciosos!


Nerdópole - Como você são tão antigos quanto a Referencia que todos citam, o Nerdcast, qual seria a referencia de vocês?


Equipe Café: Bem - a grande referência mesmo é a Aline Rodrigues, citada acima, que nos inspirou no começo. Daí fomos aprendendo as coisas meio na raça até chegar no formato que temos hoje.


Nerdópole - Teve algum Podcast de Emergência sobre alguma Noticia de ultima hora?


Equipe Café: Não - como as corridas acontecem no final de semana e o programa é gravado na segunda, mesmo com morte de pilotos na pista e tudo o mais, gravamos na segunda. Tivemos muitos especiais, tipo especial 500 milhas de Indianapolis, que entrevistamos vários pilotos, mas urgente não. Como o podcast é um braço do site www.velocidade.org, quando algo explode, acabamos cobrindo em forma de texto.


Nerdópole - O que vocês acham dos podcasts de esporte existentes no Brasil? Como incentivar as pessoas a acompanhar tantos campeonatos abordados pelo Café com Velocidade?


Equipe Café: Eu, particularmente, acompanho apenas os podcasts de automobilismo, não acompanho os dos outros esporte. Acho legal a galera se unir para expor suas opiniões, creio que tem espaço para todos.


Nerdópole - Obrigado Amigos pela Participação na nossa entrevista esperamos que tenham gostado



Gostaria de agradecer a oportunidade, foi legal responder tudo, pois fizemos uma viagem ao passado, relembrando como tudo começou! As vezes na correria do dia a dia e com a experiência de tantos anos, acabamos esquecendo de como tudo era difícil no início. Esperamos que gostem e se possível, tornem-se nossos ouvintes.


Equipe Café com Velocidade:

Thiago Raposo e Bárbara

Nerdópolecast 057: Batman, Em seus momentos mais intimos

Podcast sobre Batman O cavaleiro das trevas zipadoPodcast sobre Batman O cavaleiro das trevas em 32kFeed do Nerdópole Podcast


Bom Dia Nerdópole, hoje trazemos um Podcast sobre Batman - O Retorno do Cavaleiro das Trevas,, uma brilhante animação em duas partes da  HQ de mesmo nome do Autor Frank Miller, confira o programa e saiba nossas impressões sobre a obra!


Para baixar o Podcast sobre Batman O cavaleiro das trevas, clique em Download com o botão direito do Mouse, "Salvar como", e escolha o local onde quer baixar"


Host:


Marcos "O gênio do Mal"


Participante:


Eduardo Cosso


Jairo Vieira

Henrique Valério

Luigi

Media do Filme : 4,66


Sinopse


Dez anos após sua aposentadoria Batman se encontra em um mundo onde os heróis foram extintos, e Superman é o último em atividade, mas quando a criminalidade cresce em Gotham City, Bruce Wayne volta à ativa e usa toda sua inteligência e força bruta para fazer justiça.



Programas Relacionados:



Campanha Especial: Clique na Imagem e saiba mais!!!





No Nerdópole você é o Patrão sem Gastar um Tostão!





Formas de Contato:


E-mail: contato@nerdopole.com.br


Siga nosso Chat no Vaiber


Nerdópole no Google+


Twiitter: @nerdópole


Facebook: /Nerdópole


Assine Nosso Feed : Nerdópole/feed


Podcast sobre Jurassic Word no Itunes

20 Cosplays que deram errado, muito errado

Segundo a definição Cosplay é a abreviação de costume play que pode traduzir-se por "representação de personagem a caráter, refere-se a lúdica praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens que consiste em fantasiar-se de algum personagem real ou ficcional de animes, mangás, quadrinhos, videogames e mais raro grupos musicais e interpretar na medida do possível Os personagens escolhidos.


Bom as vezes é bom você já parecer com o personagem ou pelo menos ter o mesmo tipo físico, a regras podem mudar de evento para evento, de qualquer forma algumas cosplays saem muito diferente do personagem escolhido, e só fica a lembrança do que deveria ser, confira agora alguns exemplos em:



20 Cosplays que deram errado, muito errado:


cosplays que deram errado 001 cosplays que deram errado 002 cosplays ruins  003 cosplays ruins  004 cosplays ruins  005 cosplays ruins  006 cosplays ruins  007 cosplays ruins  008 cosplays ruins  009 cosplays ruins  010 cosplays ruins  011 cosplays ruins  012

[caption id="attachment_10909" align="alignleft" width="590"]cosplays ruins Catsmob.com - The coolest pics on the net![/caption]

cosplays ruins  014 cosplays ruins  015 cosplays ruins  016 cosplays ruins  017 cosplays ruins  018 cosplays ruins  019 cosplays ruins  020